sábado, 22 de abril de 2017

Monstruosidade: Padrasto espanca até a morte enteado de 2 anos em Petrolina

Um caso estarrecedor causou perplexidade e revolta entre a população de Petrolina. Um padrasto espancou até a morte o próprio enteado, de apenas dois anos de idade. O crime aconteceu no final da noite de ontem (21) na Rua Mandacaru, Bairro Areia Branca, zona leste da cidade.
O acusado é Patricx Catarino de Assis, natural de Belém do São Francisco (PE), Sertão de Itaparica. Inicialmente ele tentou desmentir as agressões ao menino, mas em depoimento na Delegacia de Polícia Civil da 213ª Circunscrição, acabou confessando que espancou a vítima.
O que mais chocou a polícia é o motivo banal justificado pelo agressor. No seu depoimento ele afirmou que estava lavando o banheiro, quando percebeu a criança “muito quieta”. Ele percebeu, então, que o enteado havia feito cocô perto da pia da cozinha. Irritado, Patricx empurrou fortemente o menino, que perdeu o equilíbrio e bateu com a cabeça na parede. Amedrontado, o garoto continuou em silêncio ao ser indagado pelo padrastro, que teria ficado mais nervoso ainda, passando a agredir o enteado com três chutes. Um deles chegou a arremessar o menino contra a quina da porta do quarto.
Morte
Diante de tamanha violência, a criança acabou desmaiando. O acusado, então, colocou a vítima nos braços e saiu gritando por socorro pela rua. Nesse momento uma vizinha perguntou o que tinha acontecido. Patricx mentiu dizendo que o garoto tinha caído da bicicleta. A mesma versão ele contou para sua esposa, que estava trabalhando quando tudo aconteceu. A vizinha levou no seu carro a criança, juntamente com o padastro, até o Hospital Universitário (HU), mas a vítima não resistiu aos ferimentos.
A versão do padastro foi desmascarada porque uma médica que atendeu a criança percebeu a gravidade dos ferimentos e acionou a polícia. Foi quando Patricx contou toda a verdade. Ele também se disse “arrependido” e que, no momento das agressões, não estava alcoolizado e nem sob uso de drogas. Também descartou que fizesse uso de medicamentos controlados. Por se tratar de um militar do Exército, Patricx foi encaminhado ao 72º Batalhão de Infantaria Motorizado (BIMtz), em Petrolina, após seu depoimento.


Fonte: (Blog do Carlos Britto)
Da Redação do Blog Paulo Benjeri
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